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Professora Margarete Bagatini assume a Diretoria de Pesquisa da UFFS

A professora pretende contribuir para o fortalecimento das atividades de pesquisa, ampliando oportunidades para pesquisadores e estudantes.

Diretoria de Comunicação Social — 01 de Junho de 2026 — Atualizado em 01/06/2026

 Professora Margarete Bagatini assume a Diretoria de Pesquisa da UFFS

Margarete Bagatini é professora associada da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) desde 2011

Recentemente a Universidade Federal da Fronteira Sul teve mudança no seu quadro gestor. Conforme a Portaria de Pessoal Nº 345/GR/UFFS/2026, assumiu o cargo de Diretora de Pesquisa a professora Margarete Dulce Bagatini.

A seguir a professora comenta as expectativas em assumir o cargo e os desafios daqui para frete.

Como recebeu a indicação?

Recebi a indicação com grande responsabilidade e senso de compromisso institucional. Assumir a Diretoria de Pesquisa representa um importante desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de contribuir para o fortalecimento contínuo da pesquisa na UFFS, valorizando e dando continuidade ao trabalho que vem sendo construído ao longo dos anos.

Quais são as expectativas?

As expectativas são contribuir para o fortalecimento das atividades de pesquisa, ampliando oportunidades para pesquisadores e estudantes, incentivando a produção científica, fortalecendo redes de colaboração nacionais e internacionais e ampliando a inserção da UFFS nos diferentes cenários científicos. A pesquisa exerce um papel fundamental no desenvolvimento institucional e regional, e o objetivo é continuar avançando, ampliando o impacto científico e social produzido pela universidade.

Tem muito trabalho a ser feito?

A Diretoria de Pesquisa possui uma dinâmica contínua, com diversas ações, programas, editais e demandas institucionais em andamento. Existe um trabalho importante já consolidado, resultado de um esforço coletivo construído ao longo dos anos, e o desafio agora é dar continuidade a essas ações, aprimorar processos e desenvolver novas estratégias que fortaleçam ainda mais a pesquisa institucional.

Na sua opinião, em que estágio se encontra a UFFS na área de pesquisa?

A UFFS vive atualmente um dos momentos mais importantes de sua trajetória na pesquisa e pós-graduação. Nos últimos anos, houve crescimento significativo na produção científica, na formação de pesquisadores — evidenciado, entre outros aspectos, pelo aumento do número de bolsistas de produtividade do CNPq —, na criação e fortalecimento de grupos de pesquisa, na ampliação das colaborações científicas e na captação de recursos. Esses avanços refletem o trabalho contínuo, a dedicação e o compromisso coletivo de toda a comunidade acadêmica.

Quais serão seus primeiros passos no cargo?

Os primeiros passos envolvem compreender detalhadamente os processos em andamento, fortalecer o diálogo com equipes técnicas, pesquisadores, programas de pós-graduação e demais setores envolvidos, além de identificar prioridades e oportunidades estratégicas. O objetivo é atuar de forma colaborativa, fortalecendo as políticas institucionais de pesquisa, ampliando oportunidades para a comunidade acadêmica e consolidando ações de apoio aos pesquisadores.

Formação


Margarete Bagatini é professora associada da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) desde 2011. Possui graduação em Farmácia - Análises Clínicas pela Universidade Federal de Santa Maria/UFSM (2006), mestrado (2008) e doutorado (2010) em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica pela mesma universidade. 

 Coordenadora adjunta de pesquisa (2014) e coordenadora acadêmica (2015) do Campus Chapecó/UFFS, coordenadora adjunta do Programa de Pós-graduação em Ciências Biomédicas da UFFS (2018-2022), diretora de Pós-graduação da UFFS (2022-2023), líder do grupo de pesquisa: Estudos Biológicos e Clínicos em Patologias Humanas, professora orientadora dos programas de pós-graduação em Bioquímica pela UFSC, programa de pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela UFFS, além de membro do Comitê Assessor de Pesquisa da UFFS. 

Atualmente, conselheira do Clube Brasileiro de Purinas, eleita em 2024 e membro do conselho do INCT Sinalização Purinérgica: Desafios para a Saúde no Século XXI - INCT SiPu21. Tem experiência nas seguintes linhas de pesquisa: estresse oxidativo, sistema purinérgico, compostos naturais e patologias humanas, sendo revisora de diversos periódicos internacionais e editora das revistas Journal of Immunology Research, Oxidative Medicine and Cellular Longevity, Current Neuropharmacology, Pharmaceuticals e Frontiers in Pharmacology.Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry.

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